até do túmulo

e eu acabo voltando pra você. 

De novo e de novo de de novo e de novo e de novo e de novo e de novo e de novo e de novo e de novo e de novo e de novo e de novo e de novo e de novo e de novo e de novo e de novo e de novo e de novo e de novo e de novo. Até não sobrar nada de mim, até eu esquecer o caminho de volta pra casa. Até seus braços estiverem distante demais pra me alcançar e me segurar, tentando não me deixar partir, e mesmo assim você deixa. 

Eu juro que não vou voltar, todas as vezes. Você diz que é impossível. 
Digo que vou parar de te pertencer. Que nunca mais vamos nos encontrar, você diz "só quando nós duas morrermos". Mas eu já me sinto morta. 

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