Carcereiro
Me dissera certa vez,
Que a alma era oque realmente importava,
Isso foi depois de a mim prender,
As tuas pesadas amarras.
Disse que me amava,
E que isso era tudo,
Enquanto lenta e silenciosamente
A sanidade de mim roubava.
Ser melhor,
Alcançar o inalcançável,
Perfeição, perfeição
Por favor,
Me deixe respirar.
E se não for o bastante,
preciso estar preparada,
para acima de tudo,
No fim estar errada.
Retire as amarras,
Devolva minha liberdade,
Esqueça as palavras árduas,
Deixe que eu possa viver.
Se o topo não for alcançado,
Deverá ser tão arduamente lamentado?
Talvez possa voltar atrás,
E levantar oque foi derrubado.
O medo me sufoca,
Por ele não consigo respirar,
Ansiedade e preocupação,
Estou lentamente a me afogar.
Então de joelhos,
Com medo de olhar e,
A falha iminente enxergar,
Eu lhe peço com a voz rouca a falhar.
Por favor,
Por favor,
Me deixe por fim, respirar.
Do fundo da minha alma: Naju
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