Se eu seguir na sua onda. 
Se eu fizesse oque te prometi, quando disse que iria passar borracha no sentimento que queima meu peito. 
Se eu nunca mais te contar meus segredos. Se eu sempre desviar o olhar primeiro quando você me encara com seus olhos castanhos. Se eu fingir que nada realmente nunca aconteceu. Que eu nunca me apaixonei por você, que você nunca me amou.
Se eu fingir que minha pele não formiga quando você me abraça. Se não falar contigo com a frequência em que o sol nasce. 
Será que assim conseguiria te esquecer? 
Não é que eu não esteja tentando. Já pedi a Deus e aos demônios pra que tirassem seu nome da minha mente. Mas toda vez que você aparece em meu caminho, as borboletas...as malditas borboletas começam a nascer, e começam a dançar sem nem mesmo música escutar. 
Não é que eu não queira te deixar partir, é que se o mundo estivesse pegando fogo, eu me aconchegaria no calor do teu abraço. E se a oitava maravilha estivesse bem na minha frente, ainda iria preferir me perder no seu olhar. E se as sete trombetas tocassem e me chamassem para o seu, escutaria somente a sua voz, mesmo tendo que ir pro inferno. Se não me restasse nada, se minha vida tivesse chego ao fim, iria querer meu último suspiro ao seu lado, e iria morrer com um sorriso por estar próxima de você 

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